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03/10/2010
Deputado Estadual/Distrital
Siqueira Campos (2010)
Dados pessoais do candidato
- Nome completo:
- José Wilson Siqueira Campos
- CPF:
- 223.618.471-91 *
- RG:
- 1
- Data de nascimento:
- 01/08/1928
- Idade ao final de 2010:
- 82
- Município de nascimento:
- Crato /CE
- Nacionalidade:
- Brasileira Nata
- Sexo:
- Masculino
- Estado Civil:
- Casado(A)
- Grau de Instrução:
- Lê E Escreve
- Ocupação principal declarada:
- Empresário
Vereadores de Araguatins
Vereadores ABRAÃO DA GAMA LIMA | PP |
| CLAUDIO CARNEIRO SANTANA | PMDB |
| CONCEIÇÃO MARIA DE OLIVEIRA SOUSA | PSB |
| FRANCISCO DE ASSIS ALMEIDA | PR |
| FRANCISCO SERGIO OLIVEIRA GOMES | PMDB |
| GLEIDES PERREIRA DE SOUSA | PPS |
| JOSÉ VAZ DA COSTA | PSB |
| JOSENILDO MARQUES AMADO | DEM |
| NEMESIO DE SOUSA PARENTE | PR |
Funções
Função Legislativa
A Câmara, no exercício de suas funções legislativas, participa da elaborAção de lei.
Cabe a seus membros, o direito da iniciativa de projetos de lei, de apresentar emenda a projetos de lei, de aprovar ou rejeitar projetos, de aprovar ou rejeitar veto do prefeito.
Função parlamentar:
A Câmara Municipal exerce função de assessoramento, ao votar indicações, sugerindo ao Prefeito medidas de interesse da administrAção como a construção de escolas, aberturas de estradas, limpeza pública, assistência à saúde.
É de competência da Câmara Municipal, fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo Prefeito e Secretários Municipais, incluídos os atos da administrAção indireta.
A Câmara Municipal exerce função do Poder Judiciário. Pois processa e julga o Prefeito Municipal e os Vereadores
01/10/2010
29/09/2010
TOCANTINS: Sem propostas, candidatos desperdiçam debate com ataques
Ataques, acusações mútuas, até ofensas no campo pessoal e poucas exposições de propostas. Esse foi o saldo do debate entre os dois candidatos ao governo estadual que a TV Anhanguera levou ao ar na noite desta terça-feira, 28, na última oportunidade que os postulantes tiveram de se colocar diante do eleitor com suas propostas para governar o Tocantins. A Rede Globo e suas afiliadas realizaram debates, simultaneamente, nos 26 estados e no Distrito Federal.
Conforme sorteio realizado pelo mediador do debate, jornalista da Rede Globo Sandro Dalpícolo, coube ao candidato da coligação Tocantins Levado a Sério, o ex-governador Siqueira Campos (PSDB), abrir a primeira rodada de perguntas, sobre o tema, também sorteado, governabilidade. Siqueira Campos foi direto ao assunto que predominou em sua participação ao longo do debate e, inclusive, já havia sido destaque na sabatina realizada pelo Jornal do Tocantins, no início de setembro: corrupção. O tucano questionou seu adversário, o candidato à reeleição Carlos Gaguim (PMDB), pela coligação Força do Povo, sobre como pretende administrar o dinheiro público.
Gaguim defendeu parceria com a sociedade, os partidos políticos, os quilombolas, a Assembleia Legislativa, enfim, “olhando para o bem do povo”. Para, em seguida, fazer referência às administrações de seu opositor, qualificando-as de atrasadas e de período de “caça às bruxas”. Siqueira, na réplica, defendeu que governabilidade é, sobretudo, transparência e honestidade. Estava aberta a sessão de trocas de acusações.
De um lado, Siqueira Campos defendendo suas realizações quando governou o Tocantins, por três vezes, e acusando o atual governador de enganar a opinião pública. De outro, Carlos Gaguim desfilando uma série de feitos de sua recente administração, contrapondo ao que chamou de falta de planejamento do ex-governador nos diversos setores públicos. “Ele nunca teve governabilidade. Sempre teve ditadura. No Tribunal de Contas, na Assembleia Legislativa”, disse Gaguim. “No passado ou no presente, temos de ter transparência, boa aplicação dos recursos”, ponderou Siqueira.
Oportunidade
A primeira oportunidade de discorrer sobre propostas de governo foi logo desperdiçada, quando o tema sorteado foi segurança pública. Com direito a fazer a pergunta, o peemedebista suscitou, ainda que indiretamente, o episódio da greve da Polícia Militar, durante o terceiro mandato do tucano, quando o Exército assumiu o comando no Estado a pedido do então governador. Siqueira Campos disse não ter nada a lamentar e fez menção à censura imposta pelo desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), à imprensa do Tocantins, em liminar, atendendo pedido da coligação Força do Povo, na tentativa de impedir a veiculação de notícias sobre investigações do Ministério Público Estadual de São Paulo sobre um esquema de fraudes em licitações, com citações do nome do governador Gaguim em escutas telefônicas constantes no relatório oficial.
Gaguim respondeu com mais provocações, referindo-se a reportagens veiculadas na época dos mandatos de Siqueira, com acusações contra o então governador, e acusou o tucano de impor mordaça à imprensa. Disse ainda que foi contra a liminar e que defende a liberdade de imprensa. “Sou pela liberdade, a ditadura é do outro lado.” Na tréplica a que teve direito, Siqueira Campos acusou os últimos oito anos de governo, sob o comando de Marcelo Miranda (PMDB), candidato a senador pela coligação de Gaguim, de prática de atos ditatoriais. “No meu governo haverá transparência”, garantiu, desafiando seu opositor a apresentar documentos que comprovem “se foi colocada mordaça na imprensa e no Tribunal de Contas”.
No bloco seguinte, Carlos Gaguim voltou a questionar reportagens de dez anos atrás, que acusariam Siqueira Campos de desvio de recursos e superfaturamentos. O tucano ensaiou uma exposição de propostas, tentando ignorar os ataques, mas cedeu ao clima já instalado de troca de acusações e devolveu com ataques à atual gestão nas áreas de saúde e segurança pública. O governador, por sua vez, atribuiu ao seu adversário falta de planejamento e, mais uma vez, tentou elencar acusações que constariam em documentos que alegou estar proibido de mostrar diante das câmeras. Dalpícolo lembrou aos candidatos que havia um acordo de cavalheiros de que não seriam exibidos papéis em respeito ao telespectador, mas que não estava proibida a citação de reportagens e documentos.
Tensão
Siqueira Campos insistiu em questionamentos sobre corrupção, sempre enfatizando que deixou o Estado “pronto” para o desenvolvimento. “Vamos combater a corrupção sim. Estamos trabalhando para organizar o que você não fez em 20 anos”, disparou Gaguim. “Esse estado tem a infraestrutura construída no meu governo. Se alguém chega aqui agora e é o dono da verdade e das coisas, vive no mundo da lua”, rebateu Siqueira. O peemedebista replicou dizendo que o Estado foi construído com a ajuda dos servidores, deputados, senadores e o povo. “Vista as sandálias da humildade”, recomendou ao tucano.
Os dois candidatos ainda trocaram acusações ao responder sobre a polêmica dos preços dos combustíveis em Palmas, políticas para o meio ambiente e transparência. Nessa última questão, o debate ficou mais tenso, quando, pela primeira vez, o assunto das investigações do Ministério Público de São Paulo foi tratado mais explicitamente. Gaguim desafiou “qualquer cidadão” a provar que seu governo tenha pago algum centavo a alguma das empresas citadas nas reportagens que noticiaram as denúncias. E, ao citar o nome do empresário Maurício Manduca, um dos presos durante a investigação do MPE-SP, relacionou-o à família de seu adversário. “Eu sou bem casado, graças a Deus. O mesmo não posso falar de vossa excelência”, disse, para ressaltar que estava ali para falar de propostas.
Siqueira exigiu respeito à sua família. “A sua senhora, pelo que eu sei, é uma moça de bem, mas você não é uma pessoa que mereça respeito de ninguém”, disparou o ex-governador. Ambos os candidatos pediram direito de resposta e foram atendidos pela produção do programa. Após advertidos por Sandro Dalpícolo para que se ativessem às propostas e evitassem ataques pessoais, no minuto que cada qual teve direito a responder aos ataques sofridos, ambos trataram de se dirigir ao telespectador e defender propostas de governo, já no finalzinho do debate, que se encerrou com os candidatos pedindo votos em um minuto e meio cada. (Valéria Kurovski – Jornal do Tocantins) Fonte Folha do Bico
Conforme sorteio realizado pelo mediador do debate, jornalista da Rede Globo Sandro Dalpícolo, coube ao candidato da coligação Tocantins Levado a Sério, o ex-governador Siqueira Campos (PSDB), abrir a primeira rodada de perguntas, sobre o tema, também sorteado, governabilidade. Siqueira Campos foi direto ao assunto que predominou em sua participação ao longo do debate e, inclusive, já havia sido destaque na sabatina realizada pelo Jornal do Tocantins, no início de setembro: corrupção. O tucano questionou seu adversário, o candidato à reeleição Carlos Gaguim (PMDB), pela coligação Força do Povo, sobre como pretende administrar o dinheiro público.
Gaguim defendeu parceria com a sociedade, os partidos políticos, os quilombolas, a Assembleia Legislativa, enfim, “olhando para o bem do povo”. Para, em seguida, fazer referência às administrações de seu opositor, qualificando-as de atrasadas e de período de “caça às bruxas”. Siqueira, na réplica, defendeu que governabilidade é, sobretudo, transparência e honestidade. Estava aberta a sessão de trocas de acusações.
De um lado, Siqueira Campos defendendo suas realizações quando governou o Tocantins, por três vezes, e acusando o atual governador de enganar a opinião pública. De outro, Carlos Gaguim desfilando uma série de feitos de sua recente administração, contrapondo ao que chamou de falta de planejamento do ex-governador nos diversos setores públicos. “Ele nunca teve governabilidade. Sempre teve ditadura. No Tribunal de Contas, na Assembleia Legislativa”, disse Gaguim. “No passado ou no presente, temos de ter transparência, boa aplicação dos recursos”, ponderou Siqueira.
Oportunidade
A primeira oportunidade de discorrer sobre propostas de governo foi logo desperdiçada, quando o tema sorteado foi segurança pública. Com direito a fazer a pergunta, o peemedebista suscitou, ainda que indiretamente, o episódio da greve da Polícia Militar, durante o terceiro mandato do tucano, quando o Exército assumiu o comando no Estado a pedido do então governador. Siqueira Campos disse não ter nada a lamentar e fez menção à censura imposta pelo desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), à imprensa do Tocantins, em liminar, atendendo pedido da coligação Força do Povo, na tentativa de impedir a veiculação de notícias sobre investigações do Ministério Público Estadual de São Paulo sobre um esquema de fraudes em licitações, com citações do nome do governador Gaguim em escutas telefônicas constantes no relatório oficial.
Gaguim respondeu com mais provocações, referindo-se a reportagens veiculadas na época dos mandatos de Siqueira, com acusações contra o então governador, e acusou o tucano de impor mordaça à imprensa. Disse ainda que foi contra a liminar e que defende a liberdade de imprensa. “Sou pela liberdade, a ditadura é do outro lado.” Na tréplica a que teve direito, Siqueira Campos acusou os últimos oito anos de governo, sob o comando de Marcelo Miranda (PMDB), candidato a senador pela coligação de Gaguim, de prática de atos ditatoriais. “No meu governo haverá transparência”, garantiu, desafiando seu opositor a apresentar documentos que comprovem “se foi colocada mordaça na imprensa e no Tribunal de Contas”.
No bloco seguinte, Carlos Gaguim voltou a questionar reportagens de dez anos atrás, que acusariam Siqueira Campos de desvio de recursos e superfaturamentos. O tucano ensaiou uma exposição de propostas, tentando ignorar os ataques, mas cedeu ao clima já instalado de troca de acusações e devolveu com ataques à atual gestão nas áreas de saúde e segurança pública. O governador, por sua vez, atribuiu ao seu adversário falta de planejamento e, mais uma vez, tentou elencar acusações que constariam em documentos que alegou estar proibido de mostrar diante das câmeras. Dalpícolo lembrou aos candidatos que havia um acordo de cavalheiros de que não seriam exibidos papéis em respeito ao telespectador, mas que não estava proibida a citação de reportagens e documentos.
Tensão
Siqueira Campos insistiu em questionamentos sobre corrupção, sempre enfatizando que deixou o Estado “pronto” para o desenvolvimento. “Vamos combater a corrupção sim. Estamos trabalhando para organizar o que você não fez em 20 anos”, disparou Gaguim. “Esse estado tem a infraestrutura construída no meu governo. Se alguém chega aqui agora e é o dono da verdade e das coisas, vive no mundo da lua”, rebateu Siqueira. O peemedebista replicou dizendo que o Estado foi construído com a ajuda dos servidores, deputados, senadores e o povo. “Vista as sandálias da humildade”, recomendou ao tucano.
Os dois candidatos ainda trocaram acusações ao responder sobre a polêmica dos preços dos combustíveis em Palmas, políticas para o meio ambiente e transparência. Nessa última questão, o debate ficou mais tenso, quando, pela primeira vez, o assunto das investigações do Ministério Público de São Paulo foi tratado mais explicitamente. Gaguim desafiou “qualquer cidadão” a provar que seu governo tenha pago algum centavo a alguma das empresas citadas nas reportagens que noticiaram as denúncias. E, ao citar o nome do empresário Maurício Manduca, um dos presos durante a investigação do MPE-SP, relacionou-o à família de seu adversário. “Eu sou bem casado, graças a Deus. O mesmo não posso falar de vossa excelência”, disse, para ressaltar que estava ali para falar de propostas.
Siqueira exigiu respeito à sua família. “A sua senhora, pelo que eu sei, é uma moça de bem, mas você não é uma pessoa que mereça respeito de ninguém”, disparou o ex-governador. Ambos os candidatos pediram direito de resposta e foram atendidos pela produção do programa. Após advertidos por Sandro Dalpícolo para que se ativessem às propostas e evitassem ataques pessoais, no minuto que cada qual teve direito a responder aos ataques sofridos, ambos trataram de se dirigir ao telespectador e defender propostas de governo, já no finalzinho do debate, que se encerrou com os candidatos pedindo votos em um minuto e meio cada. (Valéria Kurovski – Jornal do Tocantins) Fonte Folha do Bico
27/09/2010
Projeto Caminhos do Sabor é lançado em Palmas; capital foi escolhida pelo Ministério do Turismo 27/01/10 18h18
Palmas foi escolhida como um dos 65 Destinos Indutores escolhidos pelo Ministério do Turismo (MTur), para receber o projeto “Caminhos do Sabor - A União Faz o Destino”. Nesta ação de capacitação dos empreendedores e mão-de-obra, o Ministério disponibilizou 12 milhões, focando também o receptivo aos visitantes da Copa 2014. Promover a competitividade entre o segmento gastronômico, como também atrair a fidelidade do turista por meio do paladar, será uma consequência positiva do projeto.
O lançamento ocorreu na manhã desta quarta-feira, 27, no Cabana do Lago Eventos, apresentado pelo consultor René Pimentel, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a nível nacional. O presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur), Wylkyson de Sousa, representou a parceria do Governo do Estado junto ao realizador, e sua presidente Rosa Eufrásio da seccional do Tocantins.
Sem nenhuma despesa para os participantes, o Caminhos do Sabor vai respeitar e identificar as características gastronômicas regionais e para descobrir este perfil foi lançado em 40 cidades. Em Palmas, a consultoria realizou Pesquisa de Oferta e Demanda entre visitantes e detectou que 60% têm a gastronomia como um dos motivos para sua decisão de voltar à Capital. Os pratos marcantes na preferência do turista pesquisado são: o peixe, pequi e chambaril.
O Tocantins fará parte dos estados onde, além dos municípios indutores, (Palmas e Mateiros), mais duas cidades serão agraciadas com o projeto: Araguaína e Gurupi. No país, outras 15 cidades estarão engajadas nesta capacitação.
Metodologia
Criação de grupo de governança; pesquisa de mercado; elaboração de Plano de Ação do destino; lançamento oficial; desenvolvimento empresarial. Neste momento, as empresas recebem equipe composta por profissionais da área de Engenharia de Alimentos para abordagem individualizada das empresas. (Da Secom)
O lançamento ocorreu na manhã desta quarta-feira, 27, no Cabana do Lago Eventos, apresentado pelo consultor René Pimentel, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a nível nacional. O presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur), Wylkyson de Sousa, representou a parceria do Governo do Estado junto ao realizador, e sua presidente Rosa Eufrásio da seccional do Tocantins.
Sem nenhuma despesa para os participantes, o Caminhos do Sabor vai respeitar e identificar as características gastronômicas regionais e para descobrir este perfil foi lançado em 40 cidades. Em Palmas, a consultoria realizou Pesquisa de Oferta e Demanda entre visitantes e detectou que 60% têm a gastronomia como um dos motivos para sua decisão de voltar à Capital. Os pratos marcantes na preferência do turista pesquisado são: o peixe, pequi e chambaril.
O Tocantins fará parte dos estados onde, além dos municípios indutores, (Palmas e Mateiros), mais duas cidades serão agraciadas com o projeto: Araguaína e Gurupi. No país, outras 15 cidades estarão engajadas nesta capacitação.
Metodologia
Criação de grupo de governança; pesquisa de mercado; elaboração de Plano de Ação do destino; lançamento oficial; desenvolvimento empresarial. Neste momento, as empresas recebem equipe composta por profissionais da área de Engenharia de Alimentos para abordagem individualizada das empresas. (Da Secom)
Em Araguatins, Siqueira defende liberdade de imprensa
A agenda do domingo, 26, do candidato a governador Siqueira Campos foi dedicada a seis cidades do Bico do Papagaio, se encerrando em Araguatins, em comício prestigiado por milhares de pessoas, precedido por uma carreata gigantesca. Quando o veículo conduzindo Siqueira chegava à Avenida Beira Rio, à frente da carreata, os últimos ainda estavam no ponto de partida, na entrada da cidade.
Em seu discurso, Siqueira não teceu críticas ao seu adversário, que pode estar ligado a uma quadrilha de fraudadores de licitações públicas. Segundo vem dizendo o candidato do PSDB, o julgamento do atual governador cabe a Deus e à Justiça. Porém, sobre os episódios, Siqueira fez questão de defender a liberdade de imprensa no Estado. “Deveriam trabalhar pelo bem do povo, e não tomar uma atitude como esta, repudiada pelos tocantinenses”.
Senadores
Ao lado de Siqueira, o candidato a senador Vicentinho Alves disse das dificuldades iniciais de sua candidatura, mas lembrou que hoje está a apenas quatro pontos de diferença do segundo colocado, pedindo votos para si e reafirmando sua condição de “candidato ficha limpa, como vocês”, disse ao público. Defendendo a candidatura de Siqueira Campos, Vicentinho considerou que “não dá para comparar um homem com a história de Siqueira com aquele que está do outro lado”.
Também candidato ao Senado, João Ribeiro falou das obras que conseguiu para Araguatins através de emendas ao orçamento federal, disse dos ataques que está sofrendo mas que não “não vai perder tempo respondendo a quem não merece resposta”. Também defendeu a eleição dele e Vicentinho, para que o Tocantins possa contar com três senadores aliados em Brasília, referindo-se também a Kátia Abreu.
Antes de chegar a Araguatins, Siqueira Campos e os candidatos ao Senado passaram neste domingo por Nova Olinda, Filadélfia, Babaçulândia, Wanderlândia, Augustinópolis e Araguatins.
Em seu discurso, Siqueira não teceu críticas ao seu adversário, que pode estar ligado a uma quadrilha de fraudadores de licitações públicas. Segundo vem dizendo o candidato do PSDB, o julgamento do atual governador cabe a Deus e à Justiça. Porém, sobre os episódios, Siqueira fez questão de defender a liberdade de imprensa no Estado. “Deveriam trabalhar pelo bem do povo, e não tomar uma atitude como esta, repudiada pelos tocantinenses”.
Senadores
Ao lado de Siqueira, o candidato a senador Vicentinho Alves disse das dificuldades iniciais de sua candidatura, mas lembrou que hoje está a apenas quatro pontos de diferença do segundo colocado, pedindo votos para si e reafirmando sua condição de “candidato ficha limpa, como vocês”, disse ao público. Defendendo a candidatura de Siqueira Campos, Vicentinho considerou que “não dá para comparar um homem com a história de Siqueira com aquele que está do outro lado”.
Também candidato ao Senado, João Ribeiro falou das obras que conseguiu para Araguatins através de emendas ao orçamento federal, disse dos ataques que está sofrendo mas que não “não vai perder tempo respondendo a quem não merece resposta”. Também defendeu a eleição dele e Vicentinho, para que o Tocantins possa contar com três senadores aliados em Brasília, referindo-se também a Kátia Abreu.
Antes de chegar a Araguatins, Siqueira Campos e os candidatos ao Senado passaram neste domingo por Nova Olinda, Filadélfia, Babaçulândia, Wanderlândia, Augustinópolis e Araguatins.
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