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16/03/2010

TOCANTINÓPOLIS: Registrado segundo homicídio do ano Fonte Folha do Bico

Às 19h30 de domingo, 14, uma das viaturas de plantão da PM foi acionada para atender uma ocorrência de tentativa de homicídio. Ao Chegar no local, os policiais de serviço se deparam com a vítima José Maria Mendes da Silva, de 23 anos, que era natural de Colinas/MA, filho de Maria de Nazaré Mendes da Silva, residente na Vila Invasão, Setor Alto Bonito, com uma perfuração no tórax feito por arma de fogo, ainda com vida.
Imediatamente foi prestado o devido socorro, mas, chegando ao hospital municipal o mesmo não resistiu ao ferimento e veio a óbito. A perícia foi acionada e compareceu ao local para a tomada das devidas investigações preliminares.
Segundo as testemunhas ouvidas, os envolvidos iniciaram uma discussão e entraram em luta corporal. O acusado Gustavo Soares Cardoso, que estava de posse de uma arma de fogo ainda não identificada, efetuou disparo na vítima, o acertando e depois se evadiu do local.
Durante toda à noite foram feitas diligências na tentativa de encontrar o autor do crime, que até o momento ainda não foi localizado. A comunidade revoltada com o acontecido também se mobilizou na tentativa de encontrar o autor, mas sem obter nenhum sucesso. A policia militar continua com as buscas. (Com informações do Ten PM Maciel – Ascom 5ª CIPM)

SÃO MIGUEL: Barraqueiros recebem instruções sobre temporada de praia Fonte Folha do Bico

SÃO MIGUEL: Barraqueiros recebem instruções sobre temporada de praia

O Naturatins – Instituto Natureza do Tocantins, por meio da equipe da Unidade Regional de Araguatins, realizou uma reunião com a Associação de Barraqueiros do município de São Miguel do Tocantins. O encontro aconteceu no domingo, 14, no Centro de Convenções do Povoado Bela Vista, município de São Miguel do Tocantins.
A reunião teve como objetivo abordar os impactos ambientais causados pela prática de suas atividades, bem como apresentar medidas de minimização aos mesmos, promovendo assim a consciência ambiental aos barraqueiros, visando um período de veraneio ecologicamente correto.
Além deste trabalho, já está em vigor, até o dia 03 de maio, o prazo para que os municípios que pretendem estruturar suas praias para as finalidades de lazer e turismo apresentem os requerimentos necessários para regularização ambiental. O acesso à lista de documentos está disponível no site do órgão ambiental (www.naturatins.to.gov.br), no link Licenciamento Ambiental (à esquerda), seguido de “Grupo 08 – Lazer e Turismo”. (Edvânia Peregrini – Foto: Fabíola Dias)

15/03/2010

Saber consumir vira arma para preservar o ambiente. Fonte C7

specialistas dizem que não basta reciclar: o ideal é consumir sem agredir a natureza
De onde vem a carne que você compra no supermercado? Você sabe como é produzida uma comida congelada? Ao sair de casa, você desliga todos os aparelhos eletrônicos da tomada? Não? Se você é um cidadão preocupado com o futuro do planeta, está na hora de prestar atenção naquilo que você consome – e como consome.
Evitar o desperdício, entender de onde vem o alimento que colocamos na mesa, comprar só o que for realmente necessário, dispensar o uso de sacolas plásticas e usar de maneira inteligente os recursos naturais são os primeiros passos para tornar-se um consumidor consciente.

Termina hoje prazo para pedir revisão de perdas com Plano Collor

Poupador que tinha 50 mil cruzados na conta pode reaver cerca de R$ 6.000 na Justiça
Termina nesta segunda-feira (15) o prazo para pedir a revisão da devolução das perdas inflacionárias da poupança do Plano Collor (1990). Na ocasião, o governo transferiu todas as contas que tinham saldo inferior a 50 mil cruzados novos, o equivalente a atualmente a R$ 6.000, para o Banco Central.
O dinheiro deixou de receber a correção pela inflação da época, para ter uma outra que era a metade da prevista. Para conseguir o dinheiro dessa diferença, chamado de expurgo inflacionário, o poupador precisa entrar com uma ação na Justiça sozinho ou em grupo, com amigos, pessoas da família, ou junto a um órgão de defesa do consumidor, como o Idec.
Para fazer o cálculo de quanto a Justiça tem que devolver, o poupador deve buscar um especialista, já que a conta é complexa e envolve juros compensatórios – que é o valor atualizado do dinheiro que ficou parado ao longo dos 20 anos. O Idec (Instituto Brasileiro de Direito de Defesa do Consumidor) oferece orientação gratuita aos interessados pelo site (www.idec.org).
O R7 fez uma simulação com Alexandre Berthe, advogado especialista em ações de planos econômicos, para saber quanto o poupador pode ter devolvido. Se ele tinha exatos 50 mil cruzados novos em 1990, a média das aplicações da época, ele tem direito a uma correção de 0,5% dos juros compensatório (pela mudança no cálculo da correção) sob esse saldo. Esse valor foi determinando pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
Essa diferença dá ao poupador um rendimento extra de 22.400 cruzados novos que, corrigidos ao longo dos 20 anos, chegam a R$ 4.189,37. Somando com o dinheiro bloqueado pelo governo na época, o valor total a ser devolvido é de R$ 6.028,95.
Quem não entrou na Justiça ainda, mas quer conseguir a grana, tem de esperar o resultado das ações coletivas, quando a decisão da Justiça vale pra todo mundo, inclusive para quem não pediu a revisão. Ao todo, 1.145 ações aguardam julgamento no juizado central.
Acordo
No geral, as ações tem sido favoráveis aos poupadores e, em alguns casos, a decisão pode sair em até 30 dias – caso o poupador aceite o acordo do banco. No geral, o prazo dos bancos para reaver as perdas inflacionárias relacionadas às ações coletivas, que valem para todo mundo, pode passar dos 20 anos. 
Os poupadores que fazem acordos geralmente optam por um desconto na dívida. Se for 50% do que o banco deve, já pode valer a pena, caso a pessoa precise do dinheiro rápido. Para dar entrada na Justiça, a pessoa precisa ter uma extrato da conta na época, ou pedir um documento que comprove a existência da conta e o valor do saldo junto ao banco.
Entre 2007 e 2009, 50 mil ações foram julgadas no tribunal, todas com decisão favorável aos poupadores. Os processos se referem à época em que o governo criou três planos econômicos com o objetivo de tentar controlar a disparada nos preços dos produtos. Devido às mudanças, a remuneração da poupança não foi mais corrigida pela inflação do período, mas sim por índices que rendiam menos.

 

Golfinhos passam a VIDA TODA BRINCANDO

Golfinhos são animais dóceis, “bonitinhos”, “fofos”…. o bichinho perfeito para um fime infantil com apelo emocional. Inteligentes, rápidos, espertos e comunicativos os golfinhos são TÃO fofos que dá vontade de SOCAR!!!

Aqui alguns motivos pra você dar porrada em um Golfinho:

1 – Sabe aqueles barulhinhos agudos bonitinhos que eles fazem?? Na verdade são insultos pra você na lingua dos Golfinhos.
2 – A pele dos golfinhos é macia e suave, perfeita pra fazer de sacos de pancada.
3 – Golfinhos passam a VIDA TODA BRINCANDO, enquanto nós só temos tempo livre pra isso quando menores. Isso merece um chute no bico.
4 – Todo bichinho que é dócil nesse nodo mundo cruel e realista que vivemos merece umas porradas.

E aí…concorda ou discorda?? Peguei pesado demais?? Tá me achando um Ambientalista sem coração??

Agora, brincadeiras à parte, é um pouco dessa a sensação que vc tem quando assiste ao documentário THE COVE, vencedor do Oscar e que retrata a matança ilegal dos golfinhos no Japão - que tem como capital da matança Taiji. O que lemos acima foi só uma brincadeira leve, aqui é outra história, matança mesmo, a sangue frio. Esqueçam o golfinho inteligente e livre que ajuda o próximo. Estes são vítimas, indefesas.

Vale para conscientizar, pra perceber o problema real. E não são só os golfinhos… as baleias e muitos outros animais de diferentes raças e espécies são caçados e mortos por caçadores ilegais.

Aqui o trailer do THE COVE… Vale a pena! ABRE O OLHO!!!

Projeto pioneiro poupa o desmatamento em propriedades pastoris de Rondônia Fonte Voz do Bico

Projeto pioneiro utilizando novas tecnologias para otimizar áreas de pastos já existentes promove o aumento da produtividade em pequenas e médias propriedades pastoris de Rondônia, poupando o desmatamento na Amazônia. A experiência vem sendo implementada em 22 propriedades do estado, como apoio e recursos do MMA, por meio do Subprograma Projetos Demonstrativos (PDA), vinculado ao Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais no Brasil (PPG-7), do Banco de Desenvolvimento Alemão( KFW) e Cooperação Técnica Alemã (GTZ). O sistema silvopastoril, como é chamado, foi uma iniciativa experimental, de caráter demonstrativo, iniciada em junho de 2006, com encerramento previsto para o final de 2009. 

O trabalho conduzido pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (Fetagro/RO) demonstra que, mesmo quando o assunto é criação de gado, é viável implementar sistemas que promovam a pecuária associada à agroecologia e que gerem renda alternativa aos pequenos e médios produtores. 

Realizado em nove municípios próximos a Ji-Paraná, segunda maior cidade de Rondônia, o projeto demonstrativo "Agricultores Familiares promovendo o Equilíbrio Ambiental em Rondônia" desenvolveu uma pesquisa para testar e descobrir que tipos de essências florestais (espécies vegetais) poderiam ser inseridas em pastos (sistema silvopastoril), com o objetivo de melhorar o microclima, promover maior rendimento econômico e evitar novos desmatamentos na floresta. 

A proposta inclui ainda o reflorestamento de matas ciliares, nascentes e áreas degradadas com vegetação nativa e frutíferas, o que ajuda a recompor a cobertura vegetal original e adequar as propriedades às exigências da legislação ambiental. 

Entre as espécies que se adaptaram bem às pastagens com alto nível de degradação destacam-se o cajá, ipê, cedro, cerejeira, jenipapo, ingá, pata de vaca, cumaru, mogno, jamelão, sete copas, mutambo e peroba. Já os diferentes tipos de palmeira, a bandarra e a copaíba, por exemplo, não alcançaram o mesmo resultado porque demoraram a crescer. 

O presidente da Fetagro/RO, Lázaro Dobri, explica que o projeto é feito com a combinação de árvores, pastagem e criação de gado numa mesma área, ao mesmo tempo, com o manejo realizado de forma integrada. Outro objetivo é incrementar a produtividade por unidade de área com a preservação do meio ambiente. Atualmente, a estimativa é de que há 1,6 cabeças de gado por hectare, e o projeto pretende aumentar este índice para 5,2 animais na mesma área. 

Para Dobri, não há outra alternativa melhor no momento, uma vez que a pecuária está consolidada no estado. "O sistema silvopastoril ameniza os problemas e os impactos dessa atividade, melhora a saúde do gado(que demora a ganhar peso e sofre estresse térmico devido ao calor excessivo da região, apresentando alterações fisiológicas graves), as condições de pastagem e promove uma recuperação parcial do meio ambiente", explica. 

O método utilizado pela maioria dos agricultores rondonienses é de pastagem ostensiva, que apresenta alto nível de degradação. Dobri considera fundamental a mudança do modelo convencional para uma metodologia agroecológica. "O consórcio de pastagens é importante, mas o mais importante é a recuperação de matas ciliares", acrescenta. 

De acordo com o analista ambiental do PDA/MMA Bruno Machado, a intenção do programa é promover iniciativas de experimentação que possam ser replicadas e servir de exemplos para outras áreas do País. "Buscamos a inovação destes projetos, que realmente têm um prazo estabelecido", disse.

O estado de Rondônia tem como principal atividade econômica a pecuária, além da agricultura. Ocupada especialmente a partir da década de 70 - quando o governo federal incentivou agricultores de todo o País a povoarem a Amazônia, com receio de perder território para outras nações que faziam fronteira com a floresta-, a região foi povoada sem planejamento por meio de desmatamento ostensivo, prática que até hoje persiste como modelo para abertura de novas fronteiras agrícolas. 

Um levantamento feito pelo IBGE demonstrou que, até 2004, 78% da cobertura vegetal original do estado estava desmatada. Cerca de 5 milhões de hectares estão ocupados por pastagens, e há uma forte tendência de haver aumento de desmatamento para ocupação de novas áreas para a pecuária. (Carine Corrêa)

Stephanes prevê caos no campo sem mudanças na legislação ambiental Fonte Voz do Bico

Brasília - Cada vez que os debates sobre meio ambiente ganham mais espaço na sociedade e no próprio governo, a polêmica em torno do Código Florestal Brasileiro se torna mais evidente. Em entrevista à Imprensa, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que a legislação tem que ser reformulada, “sob pena de criar um caos no setor rural”.

“Se não for feito de forma racional, vai acontecer de forma irracional. Daqui a pouco haverá agricultores no Rio Grande do Sul fechando estradas e tratores na rua”, afirmou.

 A uma pergunta se a situação poderia ser comparada ao bloqueio de estradas feito no ano passado por produtores rurais argentinos em reação ao aumento de impostos cobrados pelo governo da presidente Cristina Kirchner, o ministro respondeu que se nada for definido, “vai ficar muito pior”. “Daqui a pouco, vai ter movimentos fortes. Só não tem ainda, embora haja uma insegurança jurídica muito forte, porque a legislação não está sendo aplicada”, previu.

Para Stephanes, a solução do problema passa por três caminhos: a criação de um grupo de inteligência para estudar e analisar a realidade do setor rural e as falhas no código, a aplicação da lei sem retroatividade e a desapropriação, com indenização, de áreas em que se comprovem prejuízos ao meio ambiente, transformando-as em reservas ambientais, ou obrigação de mudança do modo de produção. No último caso, o governo induziria o agricultor a produzir com sustentabilidade por meio de assistência técnica e financiamentos para adoção de tecnologias adequadas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve prorrogar, nos próximos dias,  previsto no Decreto nº 6.514, para o início da aplicação de sanções aos proprietários rurais que não tiverem sua reserva legal – percentual mínimo de vegetação nativa preservado – de acordo com a legislação. Atualmente, a área exigida varia de 80% da propriedade, na Amazônia, a 20% na Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal, sendo de 35% no Cerrado. (Danilo Macedo)